22 de novembro de 2013

Osteopatia e Lombalgia

Segundo a OMS (Organização Mundial da Saúde), 80% a 85% da população sofrem de dor na coluna sem causa específica, atletas ou não. O maior índice é de dor na coluna lombar, mesmo que não existam doenças ortopédicas ou reumatológicas associadas.

A coluna tem como função principal a sustentação do esqueleto humano, vísceras, etc. Tem de ser flexível, mas também forte e rígida, para manter as relações anatômicas e proteger a medula. A estabilidade dela é garantida pelos sistemas osteoligamentares e neuromusculares. Com toda essa inter-relação, qualquer alteração dessas estruturas pode gerar uma disfunção, geralmente associada à presença de dor.

A dor modifica e limita aspectos da qualidade de vida, causando transtornos pessoais, conflitos sociais e até mesmo perdas afetivas.

Normalmente, a região do corpo que está em disfunção se encontra em estado de hipomobilidade, o que gera descompensações estruturais, as quais geralmente compreendem o local em que o paciente refere dor. Essa dor pode ter várias causas, sendo a dor na coluna lombar apenas consequência das adaptações e compensações que o corpo sofreu.

Por isso, o tratamento apenas da região lombar, muitas vezes, não produz o resultado esperado, e os sintomas permanecem. Devido a isso, o tratamento por meio da osteopatia consiste na avaliação para identificar o que está gerando aquela dor, ou o que está em disfunção, e a partir daí traçar o tratamento manipulativo necessário.

Em uma lombalgia, a falta de mobilidade dos ossos ilíaco e sacro, de uma vértebra lombar ou dorsal, alterações funcionais nos membros inferiores, alterações funcionais de mobilidade visceral e restrição de mobilidade do sistema crânio-sacral podem ser as causas de dor e incapacitação. Devido a isso, é importante que o osteopata faça um exame minucioso, tanto funcional como neurológico, para encontrar as causas e, assim, melhorar os sintomas.

No esporte, um exemplo é um atleta de vôlei, que pode ter dor nas costas. Se ele executa um movimento errado na hora da “cortada”, seja no salto, seja na batida com a bola, isso vai gerar disfunção e consequentemente dor que poderá impedir a sua performance como atlética.

Outro exemplo bastante comum é o caso da gestante com dor lombar devido ao peso do bebê, que ocasiona novas adaptações corporais e possíveis disfunções que podem ser a causa da dor.

Portanto, se a pessoa sofre de dor região lombar, deve procurar tratamento especializado com um osteopata.

 



Tamara Sanches

Tamara Rocha R. Sanches – Osteopata D.O MRO Br – RBO 062 Rua Mostardeiro 157/1107 – Telefone: (51) 3312.2318 Rua Desembargador Esperidião de Lima Medeiros, 241 – Telefone: (51) 3019.5035 www.osteopatiaportoalegre.com / www.registrodososteopatas.com.br