Basílica de Guadalupe.

Como gastamos apenas a manhã em Teotihuacan, ainda conseguimos voltar para o centro do DF, comer algo e ir conhecer uma parte da cidade, e a basílica de Guadalupe.

Mesmo para quem não é muito religioso, assim como eu, vale a pena a visita, devido ao tamanho,  a beleza, para comprar uns presentinhos para as tias religiosas, e claro, para acender uma velinha. Coincidentemente no dia em que fomos lá, estava fazendo um mês do falecimento da minha vózinha, então foi um momento bem significante para mim, pois ela era bem religiosa.

A basílica é considerada o principal templo da igreja Católica no continente americano, e tem dois prédios dentro da área. O mais atual, bem moderno, e o antigo, que teve que ser extinto devido ao terreno movediço, pois a Cidade do México foi construída em cima de um lago aterrado. Chegando lá, você vê que a basílica antiga está pendendo para frente, ou para o lado, dependendo de onde você olhar.

Basílica antiga.

O Campanario é um monumento com sinos e relógios, e na frente tem um cenário que mostra a história das aparições da Virgem de Guadalupe. A imagem da virgem se encontra na basílica nova, e fica em uma área com esteiras rolantes.

Virgem de Guadalupe.

Além das basílicas principais, o santuário conta com várias outras igrejas e capelas, incluindo a Capela do Cerro, no alto do monte, e onde acreditam que a virgem fez a aparição ao índio Juan Diego.

Capela do Cerro.

Na saída da basílica, você dá de cara com uma espécie de feira, com muita bugiganga para comprar de presentinhos, por um preço razoável.

De lá pegamos um ônibus ao estilo tanque de guerra até o metrobus, que é um ônibus ao estilo metrô, que anda no mesmo nível dos carros, em uma faixa exclusiva. Tome cuidado quando você for entrar em um, pois a porta fica aberta apenas por 3 segundos – contando bem rápido – então meu amigo, corra!

Pessoal, como o post ficou grande, vou contar no próximo um pouco mais sobre a cidade do México, a Zona Rosa, para os amigos coloridos, um mercadinho bom para gastar todo seu dinheiro com lembrancinhas e coisas para a casa, e o museu mais famoso da cidade, o de Antropologia.

Até lá!! 🙂

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Texto: Diana Pinto / @ababelada