Destino: México!!

A partir de hoje vocês saberão tudo que rolou nos meus vinte dias no México, desde a louca Cidade do México até o mais calminho do mar do Caribe! Vamos lá?

Contarei para vocês sobre a nossa primeira experiência gastronômica na Cidade do México, que confesso, me deixou com um pouco de medo do que iria encontrar pela frente, e um pouco de desespero de ter que comer comidas ao estilo fast-food americano durante a viagem. Isso para uma pessoa “fresca” para comer, como eu.

Bem, ficamos localizadas, inicialmente, no centro da cidade, e vocês sabem como é, né? Centro é igual em qualquer lugar do mundo, com lojas de tudo por todos os lados, muita gente e restaurantes de todos os preços e estilos para todos os gostos. Geralmente são sujos, porém a cidade já começou a me surpreender nesse ponto, pois apesar de não se ver muitas lixeiras pela rua, a cidade é limpa, e pudemos perceber que a população é bem conscientizada nesse quesito e também ligados a sustentabilidade.

Quando estávamos a caminho da cidade, pudemos notar que estavam circulando pelas ruas, muitos carros velhos, e então Alberto, meu amigo mexicano, comentou conosco que a cidade tem uma lei,  em que os carros com mais de 15 anos de idade podem circular somente aos domingos, devido a poluição de nível maior do que o normal, além do sistema de rodízio para todos durante dois dias na semana, e aos sábados em um horário específico.  Além da questão dos carros, notamos também algumas privadas acopladas com a pia, para fazer o reaproveitamento da água, evitando desperdícios. Para quem tiver maior interesse, pesquise sobre o “Plano Verde” da cidade, para conhecer um pouquinho melhor no que eles andam trabalhando em busca de um mundo melhor.

E eu que achava que ia encontrar uma São Paulo mil vezes pior, e mais suja, me enganei. Ponto pro México!

Bom, vamos para a parte boa.

Alberto nos levou em um restaurante típico mexicano, com famílias tradicionais, música mexicana, e claro, muita comida, bem ao estilo deles. Dá uma olhada:

Prato número 1: Huarache de Calabaza. Huarache é a massa de maiz (que seria o milho) tradicional no México, geralmente com frijoles (que seria o feijão), Nesse caso, veio com a flor de Calabaza, que seria a flor da abóbora, que é uma novidade pra mim.

Resultado: Eu não gostei. Adoro abóbora, mas a flor tem um gosto de… flor. Sei lá, achei um gosto meio sem gosto. Não comeria novamente.

Os outros pratos não foram muito exóticos. Huarache de res, que até hoje não descobri que tipo de carne é, mas é boa. O outro com frango e crema, me lembrou um pouco comida árabe. Bons, mas não maravilhosos. Além disso, pedimos uma quesadilla, que não precisa de foto, pois todos sabem o que é, e dois tipos de refresco. O Jamaica, que também é uma flor, que quando seca ao sol, acrescenta água e se extrai o sabor do suco, e o clássico refresco do Chaves, suco de Tamarindo!! Me emocionei, porém, também não gostei. 

Então gente, nossa primeira experiência não foi das mais gostosas, mas viagem é isso aí mesmo, vivenciar o verdadeiro lado da cidade, e melhor ainda, com um local. Então tudo é válido. 

Mais para frente teremos outras dicas sobre comidas no México, e também um pouco mais sobre as cidades e suas histórias 🙂

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Texto por Diana Pinto. @ababelada