Gastando as pernas…e o bolso!!

Inicialmente, ficamos três dias no DF, e após toda viagem, passamos mais dois dias para pegar o voo de volta para o Brasil.

Passamos pelo famoso Museu de Antropologia, em que eu estava muito curiosa para ver, porém, impossível se ver tudo em um dia. Impossível não é, mas tem que ter disposição. Bom, eu não estava com toda essa disposição, e acabei finalizando a visita com uma cervejinha no restaurante do museu.

Antes de chegar ao Museu, pegamos o metrô em direção a Chapultepec. O bosque é enorme, fica na continuação de uma das principais avenidas da cidade – Paseo de la reforma – e conta com muitas atrações, como um jardim botânico, um castelo, zoológico, o museu de arte moderna, lagos, bancas de comidas, bugigangas, e por aí vai… Prepara o protetor solar, e os pés, porque você vai andar, e muito.

Bosque de Chapultepec.

Passar o dia no museu de Antropologia é ter uma aula completa de história e cultura do México. O museu é muito moderno, e possui 23 halls de exibições permanentes, distribuídas em dois andares. Pensou? Grande, né?!

Essa estrutura da foto acima sustenta toda cobertura do pátio do museu, e é conhecida como guarda-chuva, pois possui uma cascata artificial saindo do teto, mas justamente nesse dia teria um evento e não presenciamos esse fato.

Como citado anteriormente, o museu conta toda história do México e de todas civilizações ao longo dos anos. Entre tantas peças, uma das mais importantes do museu é o calendário asteca, também conhecido como “pedra do sol”.

Árbol. Representa a explicação histórica da diversidade étnica e da riqueza cultural do México.

Definitivamente, a visita vale a pena, porém, aconselho a se prepararem psicologicamente e fisicamente para enfrentar umas boas horas para conseguir analisar tudo – ou quase tudo – do museu. A loja de souvenir é BEM cara, mas os produtos são bem interessantes.

Após o museu e a cervejinha, tivemos pique para ir dar uma voltinha pela cidade, e acabamos parando na zona Rosa, que é considerado o bairro para compras, para a noite, e o bairro da comunidade gay. O bairro conservou as casas em estilo europeu, e todas suas ruas têm nome de cidades europeias. Na rua Gênova se encontram muitas opções de bares, música ao vivo, bebida em conta e muita diversão. Muito charmoso, e fica em volta da avenida Paseo de La Reforma, que eu achei bem parecida com a Avenida Paulista, porém, limpa. Ali estão grandes prédios comerciais, bancos e hotéis.

Na zona rosa ainda, você pode separar umas horinhas e visitar o mercado Insurgentes, que nos recebeu em clima de “Dia de Los Muertos”.

Mercado Insurgentes.

Você vai encontrar muito artesanato, prata, e bugiganga também. Bom para os presentinhos da família e amigos. E ainda você vai ter que usar seu poder de barganha, e vá fundo, que vai rolar!

Conhecemos o Luis Galindo, que fica escondidinho na parte de trás do mercado, e é uma simpatia só. Batalhador, trabalhava como administrador, e após seu pai falecer, acabou tomando conta dos negócios da família e mudou totalmente o rumo de sua vida. Recomendo, pelos produtos, pelos descontos, pela simpatia, e principalmente pelas conversas.

Se você quer continuar nas compras (sim, ninguém se escapa disso) tem a opção de ir a um dos maiores shoppings da América Latina, o centro comercial Santa Fe. Você pode pegar o ônibus expresso na avenida Paseo de la reforma, em pontos específicos, e após 30 minutos chegará lá. 

Bom, já me prolonguei muito, então encerro por aqui, e no próximo post comento dos hostels que ficamos, e dos probleminha que tivemos.

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O Museu de Antropologia fica aberto de terça a domingo, das 09h às 19h, e custa 70 pesos. No site do museu, você encontra maiores informações.

O Mercado Insurgentes tem duas entradas, que se dão pela rua Londres, 154, e pela rua Liverpool, 167. A tenda do Galindo é a 57. O mercado abre todos os dias durante a semana, e aos sábados das 9h às 19h, e aos domingos das 10h às 14h.

Texto: Diana Pinto / @ababelada