Opinião Produtora apresenta Jota Quest Acústico no Araújo Vianna

Depois de passar alguns anos viajando com os álbuns cheio de groove “Funky Funky Boom Boom” e “Pancadélico”, o Jota Quest vai trazer para Porto Alegre, no dia 12 de maio, mais um espetáculo da sua turnê totalmente desplugada.

Baseado no repertório do CD e DVD “Jota Quest Acústico – Músicas Para Cantar Junto”, que chegou às lojas e aos serviços de streaming no ano passado e entrou rapidamente no TOP100 da Billboard, o grupo mineiro subirá ao palco do Auditório Araújo Vianna para apresentar os seus grandes hits em versão acústica, como “Dia Melhores”, “Amor Maior”, “Dentro de Um Abraço”, “Mais Uma Vez”, “Na Moral” e “Encontrar Alguém”.

Além dessas faixas e de outras mais, o Jota também irá abrir espaço no repertório para mostrar duas canções inéditas, criadas especialmente para esse projeto, “Morrer de Amor” e “Pra Quando Você se Lembrar de Mim”, que caíram no gosto de todos os fãs da banda e muito tocam nas rádios FM’s de todo o Brasil. No palco, a banda vai ter a companhia da programação visual e da iluminação retro-futurista assinadas pelos designers Ludmila Machado e Lino Pereira.

Observação: o Jota Quest também irá apresentar o seu show acústico em Lajeado, no dia 13 de maio, no Teatro Univates. Informações aqui.

JOTA QUEST

O Jota Quest, um dos ícones da música pop brasileira de todos os tempos, foi formado na primeira metade dos anos 90, em Belo Horizonte. Inicialmente como J. Quest, o grupo teve o seu nome inspirado no desenho animado Jonny Quest – ideia do baixista PJ (ainda que nenhum dos integrantes fosse fã do programa de TV) e o seu som inspirado na banda de acid jazz Jamiroquai.

Depois de alguns shows realizados pelo circuito mineiro, Rogério Flausino, PJ, Marco Túlio, Paulinho Fonseca e Márcio Buzelin entraram em estúdio, em 1995, para preparar o lançamento do seu primeiro disco. O autointitulado e independente “J. Quest” foi o passaporte para que a banda entrasse para o cast do extinto selo Caos, da Sony Music, já no ano seguinte. Com um visual dos anos 70 bastante marcante, o álbum foi impulsionado em todo o Brasil pelos hits “Dores do Mundo” e “Encontrar Alguém”, que muito tocaram nas rádios FM’s de norte a sul.

Já rebatizado como Jota Quest, o grupo mineiro retomou o seu trabalho de criação para lançar, em 1998, “De Volta ao Planeta”. O segundo álbum da banda foi um grande sucesso em todo o Brasil e teve algumas das músicas entre as mais executadas das rádios naquele ano, como “Fácil”, “Sempre Assim”, “O Vento” e “35”. “De Volta ao Planeta” vendeu mais de um milhão de cópias e precedeu o terceiro trabalho de estúdio do Jota, chamado “Oxigênio” e que chegou às lojas em 2000 com o hit “Dias Melhores”.

Com o seu nome em evidência em todo o território nacional e também nos demais países da América Latina, o Jota Quest foi convidado, em 2003, para participar do projeto e gravar o disco “MTV Ao Vivo”. O álbum, que chegou a ser indicado ao Grammy Latino, foi acompanhado por outros dois trabalhos de estúdio posteriores, “Até Onde Vai”, de 2005, e “La Plata”, de 2008. Os discos, acompanhados por longas turnês feitas em todo o Brasil, também levaram o Jota para se apresentar nos Estados Unidos e na Europa – por onde tocou, inclusive, no Rock in Rio Lisboa.

Comemorando 15 anos de estrada, o Jota Quest soltou em 2011 a coletânea “Quinze”, repleta de sucessos. O disco triplo, que venceu o Grammy Latino daquele ano na categoria de melhor álbum pop contemporâneo brasileiro, também foi acompanhado pelo CD e DVD “Multishow ao Vivo: Folia & Caos”. Antes de se dedicar ao seu primeiro registro acústico, a banda passou os últimos anos em turnê com dois álbuns que reaproximaram o Jota da sonoridade do seu debut, cheio de groove: “Funky Funky Boom Boom”, de 2013, e “Pancadélico”, que chegou às lojas em 2015 e teve a faixa “Blecaute” eleita a melhor composição do ano, em 2016, pelo Prêmio Multishow.