Pirâmides de Teotihuacan

Saímos do voo de balão direto para a Zona arqueológica de Teotihuacan, e como vocês sabem, estávamos apenas com a espumante no estômago, então nada mais justo que uma paradinha para um café.

Em frente a entrada da zona arqueológica tem uma rua com alguns restaurantes, todos disputando a entrada dos turistas, “atacando” na rua com os cardápios. Não curto muito isso, e sempre escolho o menos invasivo.

Paramos no “restaurante campestre Teotihuacan”, e fomos muito acolhidas. Bem ao estilo mexicano, colorido, e com figuras religiosas.

Bem ao estilo BBB: bom, bonito, e barato. Pedi duas quesadillas, clássicas, para enfrentar os 365 degraus que viriam pela frente. Além de estar muito boa, o preço também estava uma delícia. 8 pesos cada uma, mais 15 pesos do refresco, totalizando 31 pesos, mais os 10% (que não é obrigatório, mas é recomendado), arredondamos para 35 pesos, o que dá uma média de R$7. Bom, né?!

Prontas para o calor escaldante, e as famosas pirâmides! A entrada custa 70 pesos mexicanos, o que equivale a R$15, e se você quiser, pode contratar um guia particular, mas aí lhe custará mais uns bons R$100, que claro, serão negociáveis.

Nós não contratamos um guia, e fomos rumo aos 365 degraus da Pirâmide do Sol. Há boatos que não são 365, não achei a informação correta, e também não contei os degraus para confirmar. Claro que até chegar lá você vai passar por muitas lojinhas vendendo todas as tralhas possíveis e os vendedores ambulantes nos pés das pirâmides e em toda zona. Como você já deve saber, em lugares turísticos as coisas são muito mais caras, mas mesmo assim, se você quiser comprar algo lá, negocie. Sempre!

Na zona se encontram os principais complexos de edifícios monumentais, como a Pirâmide do sol, e da lua e avenida dos mortos. Além desses, você vai encontrar muito mais história no complexo que tem cinco entradas, grande o suficiente para não se ver em um dia de visita, não se iluda.

Pirâmide do sol.

Um pouco de história: Teotihuacan é conhecida também como “a cidade dos deuses”, e foi considerada uma das maiores cidades da Mesoamérica na época pré – colombiana.

A Pirâmide do Sol é a maior pirâmide de Teotihuacan, e a terceira maior do mundo. Está localizada no lado leste da avenida dos mortos, e está voltada para o oeste, de modo que no solstício de verão, o sol se põe exatamente na sua frente. No topo da pirâmide existia um templo utilizado para realizar sacrifícios e oferendas aos deuses.

Quando você chegar lá no topo, reza a lenda que é bom tocar nas pedras e abrir os braços de frente para a Pirâmide da Lua para atrair energia. Não custa fazer, né? Bom, eu não fiz, não sabia da lenda até eu sair de lá, mas deixo a dica.

 

Topo da Pirâmide do Sol, e as pedras energizadas.

A subida é bem cansativa, e a maioria dos degraus são bem estreitos, e você tem que subir de lado. Mas vale a pena. Após a subida, não tivemos pique para andar muito mais pela zona, embaixo do sol escaldante, então voltamos para a Cidade do México.

Aconselho a irem cedo, antes de os ônibus de turismo começarem a chegar, e aí você vai aproveitar a visita com muito mais tranquilidade.

Cá entre nós, achei a pirâmide do sol mais bonita que Chichen Itza, mas isso vai ficar pra outro post, e claro, ao meu ver. Afinal de contas Chichen Itza é uma das sete maravilhas do mundo, e também é impressionante.

Se quiserem saber mais alguma dica, não deixem de me pedir 🙂

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A Zona arqueológica abre todos os dias das 9h às 17h , durante os 365 dias do ano, e se quiser mais informações, pode conferir aqui.

Texto: Diana Pinto / @ababelada