5 de julho de 2016

Brasileiro garante o bicampeonato do Shimano Latinoamérica

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Foto: Divulgação //

Silvio Felix Junior repetiu o feito da última edição e o atleta Shimano Lucas Borba foi o quarto colocado na categoria pro.

Atração em Balneário Camboriú (SC) no fim de semana, a segunda etapa do Open Shimano Latinoamérica reuniu os melhores pilotos de downhill do continente. Campeão em 2015, com 290 milésimos à frente do segundo colocado Muriel Lohn, Silvio Felix Junior repetiu a dose este ano, deixando Muriel outra vez com o vice-campeonato, porém com uma diferença ainda maior: 1seg700 à frente do rival, com o tempo de 2min20seg270. Mario Jarrin, do Equador, Lucas Borba (Audax/Shimano) e Lucas Bertol completaram o pódio.

Em comum aos cinco primeiros colocados do Open Shimano Latam esteve a evolução dos tempos em relação à qualificatória. Todos baixaram suas marcas, com Silvio Felix pulando do segundo lugar no sábado (2) para o posto mais alto do pódio no domingo (3). Se Mario Jarrin e Lucas Borba mantiveram as colocações nos dois dias, Lucas Bertol foi a novidade no top 5, ao sair do sétimo para o quinto lugar.

Lucas Borba, do Shimano Sports Team, avaliou sua participação e elogiou a organização do evento. “Me senti bem e treinei rápido, mas na hora da corrida não foi como eu queria. Fico feliz com o resultado, porque o nível foi fortíssimo e andei bem próximo ao campeão, com o tempo de 2min22seg730″, contou o catarinense de Ibirama. “A prova foi muito bem organizada. Evento bacana, tanto para nós atletas quanto para o público que compareceu ao Parque Unipraias”, completou Borba.

A segunda de três etapas do Open Shimano Latinoamérica teve ainda outras oito categorias em disputa, além da pro. Os demais campeões do evento foram: Thiago Custódio (elite); Matheus Braian (juvenil); Lucas Sabino (cadetes); Volkmar Berchtold (máster A1); Cleber Cagiano (máster A2); Ayr Cláudio Assis (máster B); Vanusa Paulino (feminino); e Bruno Augusto (menores). O Open Shimano é a principal prova da modalidade downhill na América Latina e tem ajudado no desenvolvimento do esporte no continente e na formação de novos ídolos já que, por ser um esporte radical, exerce forte atração nos mais jovens.