8 de julho de 2016

Clayton Conservani fala sobre o XTERRA Costa Verde

Clayton em uma de suas participações no XTERRA Brazil

Foto: Divulgação //

Acostumado a desafiar todos os seus limites e ultrapassar situações perigosíssimas, o apresentador da Rede Globo Clayton Conservani notabilizou-se por levar seu corpo a níveis extremos em suas reportagens especiais.

Aos 50 anos, ele continua em plena atividade e é presença confirmada para o XTERRA Costa Verde, que será realizado nos dias 9 e 10 de julho, em Mangaratiba (RJ). Esta não será a primeira vez que Clayton participa do evento. Amigo de longa data de Bernardo Fonseca, responsável por trazer o maior festival de esportes outdoor do mundo para o Brasil, em 2006, o jornalista, sempre que pode, calça seu tênis e sai para desafiar os percursos planejados pela organização.

Muito ligado à natureza desde sua infância na cidade de Resende, no Sul Fluminense, Clayton é figurinha carimbada em edições do XTERRA Brazil. Após participar de provas de trail run (corrida em trilhas), ele resolveu trocar de modalidade em 2016. No sábado, vai disputar o XTERRA Night Sup – primeira competição noturna de Stand Up Paddle no mundo.

“Conheci o Bernardo em 2010, na Antártica. Desde então, prestigio o XTERRA Brazil todos os anos. É um evento interessantíssimo, pois faz com que as pessoas se desafiem a todo o tempo e saiam do senso comum. Acho que não só o Bernardo, como toda a sua equipe, faz um trabalho incrível, porque em cada prova eles colocam novos desafios, que exigem que você chegue ao seu máximo. É muito legal, por isso levo sempre a minha família para competir e contemplar a natureza. Vai ser a primeira vez que participo da prova de Stand Up Paddle, mas não tenho dúvidas de que será uma experiência muito prazerosa”, explicou.

Atualmente, Clayton Conservani está à frente do programa Planta Extremo, exibido pela Rede Globo. Ao lado da jornalista Carol Barcelos, ele segue buscando situações desafiadoras. Inquieto em busca de novas aventuras, ele promete que o público seguirá tendo muitas surpresas em suas reportagens.

“Sempre fui muito ligado às belezas naturais, desde muito jovem. Por exemplo, com nove anos, eu escalei o Pico das Agulhas Negras, em Itatiaia (RJ). Minha infância foi muito ao ar livre, conhecendo as coisas maravilhosas que a natureza pode nos proporcionar. Quando decidi fazer jornalismo, tinha como objetivo e sonho levar este tipo de situação para mais próximo das pessoas. Quando iniciei a fazer reportagens especiais em montanhas, na neve e em outros tipos de ambiente, vi que poderia levar aos telespectadores coisas novas, já que muitos deles não poderiam desfrutar in loco por falta de condições financeiras ou físicas. Acho que isso é um fator motivador. Poder levar coisas inéditas para essas pessoas não tem preço. Estou sempre querendo mais e por isso sempre digo que depois que a matéria foi ao ar, já temos que ter outra pronta e assim por diante. Estou sempre me reinventando e buscando novos desafios”.