Copa do Mundo de BMX e Pan-Americano de XTerra

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Enquanto em Santiago del Estero, na Argentina, a sorocabana Priscila Stevaux (Shimano/Dougtraining/CCSJC) estará em ação na quinta e sexta etapas da Copa do Mundo UCI de BMX, em Ogden, Utah (EUA), Sabrina Gobbo (Trek/Pearl Izumi/Shimano) e Laura Mira (Team Oggi/Isapa) competem na edição do Campeonato Pan-Americano de XTerra.

Após ter disputado as etapas da Holanda e da Bélgica em maio, Priscilla Stevaux espera obter seu melhor resultado da temporada. Na terceira prova do ano, em Heudsen-Zolder (BEL), Stevaux garantiu uma décima colocação. “Cheguei à Argentina mais de dez dias antes da competição, em busca de fazer bons treinamentos e conseguir um grande resultado, para garantir uma boa posição no ranking internacional de 2017”, conta a sorocabana.

“A pista é bastante técnica. Competi aqui no Pan-Americano e estava vencendo após o primeiro dia, mas perdi na decisão na linha de chegada, por milésimos de segundos. Eu me identifico muito com Santiago del Estero e me sinto bem nos saltos, com o formato de super cross. Vou em busca do melhor resultado possível para representar o Brasil”, define. “Em todos os Pan que disputei aqui, cheguei ao pódio. O povo argentino é bastante receptivo e fiz muitas amizades nos últimos anos neste local”, conclui.

XTerra Pan-Am Tour

Sabrina Gobbo e Laura Mira têm objetivos parecidos na decisão do Campeonato Pan-Americano de XTerra, em Ogden. Ambas querem garantir o top 5 do ranking feminino, mas em situações distintas. Sabrina é a sexta colocada, com 235 pontos, e tenta tirar a desvantagem de 11 pontos para a canadense Annie Bergen, com 246.

Já Laura Mira está na quarta posição, com boas chances de garantir seu posto, uma vez que tem 335 pontos contra 427 de Morgane Riou (FRA). Enquanto a líder é Suzie Snyder (EUA), com 582, em segundo lugar está Kara LaPoint (EUA). A prova será realizada no sábado (16) e contará com 1,5 km de natação, 28 km de mountain bike e 10 km da trail run.

“Fiz esta prova no ano passado. Terá muita gente forte e o que faz a diferença é a altitude. Cheguei antes, para me aclimatar melhor. Neste ano tive dor de cabeça apenas um dia e estou mais confiante e menos cansada. Acho que irei bem sim”, define Sabrina. “A parte da bike da prova sobe bastante, mas são subidas diferentes. Corremos dentro da estação de ski, o que é um diferencial. Estou na sexta colocação do ranking e tenho chances de melhorar, quem sabe subir uma ou duas posições”, completa.