16 de julho de 2017

Gideoni Monteiro volta a competir na Europa

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Foto: Divulgação //

Ciclista do HTPro Team terá pela frente a Sei Giorni di Torino, na Itália, em disputa realizada no Velódromo Francone di San Francesco al Campo, neste domingo.

O ciclista Gideoni Monteiro, da equipe Indaiatuba/Shimano/HTPro Nutrition, volta a competir neste fim de semana, em sua temporada na Europa. O desafio da vez para o atleta do HTPro Team será a Sei Giorni di Torino, na Itália, prova Classe 2 no ranking UCI (União Ciclística Internacional), ou seja, ofertando 100 pontos aos campeões. Gideoni irá à pista do Velódromo Francone di San Francesco al Campo neste domingo, para a disputa da omnium, modalidade em que representou o Brasil na Rio 2016, e pôs fim a um jejum de 24 anos sem um competidor brasileiro em Jogos Olímpicos.

“Após os dois primeiros finais de semana competindo aqui na Europa, com uma corrida na Irlanda e outra também na Itália, optamos por reorganizar o calendário e disputar neste fim de semana a Sei Giorni di Torino, para manter o ritmo de provas e buscar mais pontos no ranking mundial. Minha intenção é ter um melhor desempenho em relação a última corrida, a Sei Giorni Della Rose, no domingo passado, fazendo alguns ajustes para ter um bom resultado”, destaca Gideoni, 49º no ranking mundial da omnium.

Na Europa desde o dia 26 de junho, Gideoni está em um período de treinamento no Centro Mundial de Ciclismo, em Aigle, na Suíça, município localizado a cerca de 100 km de Genebra. O foco do atleta do HTPro Team neste momento é somar pontos no ranking mundial, para garantir sua classificação para a Copa do Mundo UCI de Ciclismo de Pista na próxima temporada, circuito que tem a participação dos 24 melhores do ranking. Se garantir a vaga na Copa do Mundo, Gideoni precisa estar entre os 21 melhores do torneio para disputar o Campeonato Mundial em 2018.

“Garantir as vagas nestas duas competições, Copa do Mundo e Mundial, não seria apenas importante para meu desenvolvimento como atleta, mas também para começar com tudo o próximo ciclo olímpico, para Tóquio 2020, que terá início em novembro do ano que vem. Se para a Rio 2016 eu comecei a me preparar em 2014, para a próxima Olimpíada estou iniciando um ano antes, com três temporadas de preparação. Junto com a Confederação Brasileira de Ciclismo, que está me dando todo apoio para esta viagem, bem como ao lado de meus patrocinadores, estamos trabalhando forte para que o Brasil não fique mais de fora do velódromo olímpico”, conta o atleta cearense, radicado em Indaiatuba há mais de três anos.