30 de dezembro de 2015

Rally Dakar começa neste sábado

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Foto: Gustavo Epifânio //

Trajeto de mais de 9.000 km pela Argentina e Bolívia será marcado por muitas dificuldades em meio a belas paisagens.

A partir deste sábado, dia 2, a Equipe Mitsubishi Petrobras terá pela frente os 9.583 quilômetros da maior e mais difícil prova off-road do planeta, o Rally Dakar. O percurso, pela Argentina e Bolívia, passará por paisagens fantásticas repletas de desafios.

A Mitsubishi irá com três ASX Racing para a disputa, com as duplas: Guilherme Spinelli / Youssef Haddad e Carlos Sousa / Paulo Fiuza, pela Equipe Mitsubishi Petrobras e João Franciosi / Gustavo Gugelmin, pela Ralliart Brasil.

“Os três dias que teremos na região de Fiambalá, na Argentina, serão os mais difíceis que já tivemos aqui na América do Sul. Além disso, há um boato que em 2017 o Dakar seja realizado em outro local, e isso deve estar motivando a organização a fazer uma prova mais marcante. Estamos ainda mais ansiosos para que comece logo”, comenta o piloto Guilherme Spinelli.

O português Carlos Sousa estará com seu compatriota Paulo Fiuza. “Vai ser uma prova muito diferente, com características que nos favorecem. E ter três carros na equipe é muito positivo, com uma estrutura maior, melhor e com mais capacidade para um ajudar o outro”, disse.

Fazendo sua estreia no Dakar, João Franciosi, que já venceu o Rally dos Sertões na geral e nos últimos três anos foi o campeão da categoria Protótipos T1, não vê a hora da largada. “A cada dia que passa a expectativa só aumenta para a participação do meu primeiro Dakar. O objetivo principal é completar a prova”, garante Franciosi. “O percurso é novo, diferente dos outros anos, e pode até nos ajudar por ter menos dunas e mais estradas, que é o que estamos mais acostumados. A cada dia que passa a expectativa é ainda maior e isso é muito bom. Quero chegar bem em Buenos Aires para que possamos fazer uma ótima prova”, afirma o piloto.

Gustavo irá para seu segundo Dakar com a equipe. “O trecho do Peru teria muitas dunas. E, para nós, pela pouca experiência nesse tipo de terreno, acabaríamos sofrendo muito, o que acabou sendo bom. As especiais ficaram muito parecidas com o que temos no Brasil, mais estradas sinuosas e montanhas, o que pode ajudar a equipe brasileira a alcançar um melhor resultado, diminuindo a diferença que temos em relação às dunas. Vai ser um rali difícil, especiais longas, três dias de dunas em Fiambalá. Estamos bem preparados para atingir o objetivo de levar o ASX Racing até o final”, garante o navegador.