26 de setembro de 2015

Rubinho Valeriano é vice-campeão da Copa América

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Foto: Divulgação //

Ainda no país vizinho, Érick Bruske foi campeão júnior; Vivi Favery é destaque no Iron Biker, em Mariana (MG), com o vice na elite, assim como triatleta Vanessa Gianinni, segunda colocada na 4ª etapa do Troféu Brasil de Triathlon, em Santos.

A Specialized esteve representada em provas de mountain bike e triatlo no último fim de semana. Na Argentina, o mineiro Rubinho Valeriano foi vice-campeão da Copa América de MTB, em Catamarca, e somou 40 pontos nos rankings mundial e olímpico, de olho em vaga na Rio 2016. Seu companheiro de AOO Specialized, o catarinense Érick Bruske, foi o vencedor da júnior e iniciou bem a sequência de três competições em pouco mais de 20 dias. O jovem ciclista segue no país, para a Copa Balcarce, e retorna para competir dia 4 de outubro na Taça Brasil, em Rio das Ostras (RJ).

Após iniciar a Copa América no sábado com a sexta colocação no Sprint Eliminator, Rubinho fez uma corrida no domingo que exigiu técnica e também um bom planejamento. “A prova do Cross Country Olímpico em Catamarca foi muito dura, em um circuito bem técnico, que subia demais, com bastante pedras soltas e poeira”, relatou Rubinho, vice-campeão atrás do argentino Dario Gasco. “Fiz uma estratégia de não forçar no início para não chegar desgastado no final, porque eram seis voltas”, completou.

“O que definiria a classificação final era a pilotagem na bike. Fiquei muito feliz com o segundo lugar, apesar de ter como objetivo ser campeão. Andei no meu limite em boa parte da prova, o que mostra que estou voltando às minhas origens. Minha bike, a S-Works Stumpjumper HT Carbon, foi muito exigida e me ajudou demais, em vários momentos. Agora, inicio os trabalhos pensando na Taça Brasil, no começo do próximo mês”, contou o ciclista, representante brasileiro em Pequim 2008 e Londres 2012, que busca vaga para seu terceiro Jogos Olímpicos.

Assim como Rubinho, Érick Bruske também avaliou as características do circuito argentino e destacou sua estratégia de prova. “A corrida foi dura, porque o circuito era basicamente um grande rock garden (jardim de pedras) de 4 km. Assumi a ponta no início e o argentino Lucho veio na roda, o único que conseguiu acompanhar o ritmo. Nos destacamos e abrimos 30 segundos para o terceiro colocado já nesse começo”, relembrou Bruske.

“Ditei o ritmo o tempo todo. Como ele não queria revezar, sabia que teria de ficar esperto para não sofrer nenhum ataque. Felizmente mantive o passo, controlei a prova e na chegada fiz a estratégia correta para sair com a vitória. Nos 500 metros finais fiz três sprints para cansá-lo. No último e decisivo, consegui atingir meu objetivo, me distanciei dele e confirmei o título da Copa América”, concluiu.