16 de janeiro de 2016

Vôlei Nestlé em busca de reabilitação

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Foto: João Pires //

O confronto diante do time do ABC será neste sábado, fora de casa, às 14h45, no ginásio Milton Feijão, com transmissão da RedeTV.

ôlei Nestlé e São Cristóvão Saúde/São Caetano tornou-se um confronto corriqueiro em fases decisivas nos últimos anos nas competições estaduais. Neste sábado, os times se enfrentam novamente, mas, desta vez, pelo segundo turno da Superliga 2015/16. O encontro está marcado para o ginásio Milton Feijão, no complexo poliesportivo Lauro Gomes, às 14h45, com transmissão da RedeTV. A equipe de Osasco derrotou o rival nas finais do Paulista e dos Jogos Abertos do Interior, ambos em 2014. Os clubes também duelaram na semifinal do Paulista de 2015, com vitória das comandadas de Luizomar.

A central Adenízia, segunda melhor bloqueadora da Superliga, com 1,09 pontos por set, quer a reabilitação do Vôlei Nestlé após a derrota na rodada anterior. “É sempre difícil jogar contra as equipes comandadas pelo Hairton. São Caetano é um time bastante comprometido e aguerrido, portanto, sabemos que não teremos facilidade. Estamos vindo de um resultado ruim, então precisamos focar nas ações da nossa equipe e em realizar bem o que programamos. Vamos atuar na casa delas e em um horário atípico, por isso, toda concentração será fundamental. Temos de jogar com alegria”, afirma a jogadora.

A novidade desta semana foi o retorno de Carcaces, após resolver problemas pessoais em Cuba. O Vôlei Nestlé é, atualmente, o quarto colocado da Superliga, com 29 pontos. São 10 vitórias em 14 partidas. No primeiro turno, em casa, a capitã Thaisa e suas companheiras venceram São Caetano, por 3 sets a 0, parciais de 25/17, 25/18 e 25/14.

Estatísticas da CBV

Além de Adenízia ser a segunda melhor bloqueadora, o Vôlei Nestlé figura com outros destaques individuais na competição. Dani Lins, com 19,1% de eficiência, é a terceira melhor levantadora. Macris, do Terracap/Brasília, lidera com 24,5%. Thaisa aparece na segunda posição entre as melhores atacantes, com 39,4%. Ela está atrás apenas de Fabiana, do Sesi-SP, que tem 52%. Suelle e Camila Brait ocupam a quinta colocação, em recepção (49%) e defesa (90%), respectivamente. Léia, do Camponesa/Minas, é a primeira no passe (56,4%), e Tatiana Rizzo, do Rio do Sul/Equibrasil, lidera em defesa (93,8%).

Coletivamente, Luizomar e suas comandadas dividem a segunda colocação em ataque com o Dentil/Praia Clube, ambos com 33% de eficiência. O líder é o Rexona-Ades, com 35%. Em bloqueio, o time também está na vice-liderança, com 3,04 pontos por set. O primeiro é o time carioca, com 3,18. Em levantamento, a equipe aparece na terceira posição, com 15% de aproveitamento. O Terracap/Brasília está no topo neste fundamento com 21%.

Nestlé busca sexto título

A Nestlé tem uma história vitoriosa no vôlei brasileiro e, até o momento, possui cinco títulos da Superliga. Na década de 1990, o Leite Moça ganhou a competição nas edições de 1994/95, 1995/96 e 1996/97. O time daquele período contava com craques como Fernanda Venturini, Ana Moser, Virna e Leila. A empresa retornou ao esporte em 2009, quando assumiu a equipe de Osasco. Na segunda versão do patrocínio, o Sollys/Nestlé foi campeão em 2009/10 e 2011/12. Os dois troféus foram conquistados sob o comando de Luizomar e o time já possuía as jogadoras Adenízia, Thaisa e Camila Brait.

Osasco também almeja o hexa

Pentacampeão nacional, o clube de Osasco também está na briga por sua sexta taça da Superliga. Com o antigo patrocinador, a agremiação subiu no topo do pódio em 2002/03, 2003/04 e 2004/05. Já com a Nestlé de parceiro, o time foi campeão em 2009/10 e 2011/12.